
Aeroportos, portos e hubs corporativos são exemplos de cidades privadas: ambientes com grande fluxo de pessoas e alta demanda por infraestrutura crítica de TI e Telecom. Para esses ecossistemas, a ARION desenvolveu um modelo de Technology as a Service.
Do CAPEX para uma despesa previsível
No modelo apresentado pela ARION, a infraestrutura de comunicação deixa de ser um CAPEX direto do concessionário e passa a compor uma despesa previsível associada ao serviço.
A ARION assume o CAPEX relacionado à aquisição, implantação, operação e manutenção, integrando essas etapas em uma relação de longo prazo com o ambiente atendido.
Tecnologia como parte do ecossistema
A oferta pode reunir serviços TIC, aplicações, TaaS e SaaS, além de conectividade e soluções para usuários e empresas presentes na cidade privada.
Essa visão trata a infraestrutura não como um projeto isolado, mas como uma plataforma que precisa acompanhar a operação, a experiência digital e a evolução do próprio ecossistema.
Concepção, implantação e operação
A atuação da ARION em BPO inclui participação financeira e operacional na concepção, desenvolvimento, implementação e operação. O modelo TaaS já aparece em sua trajetória associado ao aeroporto de Confins.
Ao integrar investimento e operação, a proposta busca simplificar a gestão tecnológica do concessionário e concentrar responsabilidades em uma estrutura especializada.